Harpias e Driades


Que tal conhecermos um pouco sobre essas duas criaturinhas adoráveis?
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As harpias são criaturas da mitologia grega, representadas ora como mulheres sedutoras, ora como horríveis monstros, as Harpias traduzem as paixões obsessivas bem como o remorso que se segue a sua satisfação.
Na mitologia grega, as Harpias (do grego hárpyia, "arrebatadora") eram filhas de Taumas e Electra e, portanto, anteriores aos olímpicos.
Procuravam sempre raptar o corpo dos mortos, para usufruir de seu amor. Por isso, aparecem sempre representadas nos túmulos, como se estivessem à espera do morto, sobretudo quando jovem, para arrebatá-lo.
Parcelas diabólicas das energias cósmicas,representam a provocação dos vícios e das maldades, e só podem ser afugentadas pelo sopro do espírito.
Na história de Jasão, as harpias foram enviadas para punir o cego rei trácio Fineu, roubando-lhe a comida em todas as refeições. Os argonautas Zetes e Calais, filhos de Bóreas e Orítia, libertaram Fineu das hárpias, que, em agradecimento, mostrou a Jasão e os argonautas o caminho para passar pelas Simplégades. Enéias e seus companheiros, depois da queda de Tróia, na viagem em direção à Itália, pararam na ilha das Harpias; mataram animais dos rebanhos delas, as atacaram quando elas roubaram as carnes, e ouviram de uma das Harpias terríveis profecias a respeito do restante de sua viagem.
Segundo Hesíodo, as harpias eram irmãs de Íris, filhas de Taumante e a oceânide Electra, e seus nomes eram Aelo (a borrasca) e Ocípete (a rápida no vôo). Higino lista os filhos de Taumante e Electra como Íris e as hárpias, Celeno, Ocípete e Aelo, mas, logo depois, dá as hárpias como filhas de Taumante e Oxomene.
Na série elas são representadas como monstros que guardam o castelo de Hades, deus do submundo.



Dríades, na mitologia grega, eram ninfas associadas aos carvalhos.
Eram espíritos femininos que habitavam nos bosques ou perto destes, ou então de árvores isoladas, das quais cuidavam como guardiãs.
O termo Dríades provém do grego clássico Drys, que significa "carvalho". Estas ninfas habitavam as cascas de velhos carvalhos e, apesar da sua vida estar associada à árvore que habitavam, podiam vaguear livremente, ao contrário das Hamadríades, pois cada uma destas, cuidava de uma árvore específica, à qual estava associada corporalmente. Estas distinguiam-se também das Dríades por serem humanas só da cintura para cima, pelo fato do resto do corpo fazer parte do tronco da árvore, com a qual partilhava as raízes. Quando uma árvore morria, a Hamadríade morria com ela.
Com toda esta divinização da Natureza, os Gregos, e até os Romanos, tratavam as árvores (e a Natureza em geral) com imenso respeito e veneração, para não "enfurecer" as Dríades.
Os deuses frequentemente puniam quem destruía uma árvore.
As Dríades, ainda que ninfas livres fisicamente das árvores, cuidavam durante toda a vida da árvore onde tinham nascido e na qual viriam, também, a sucumbir, caso a árvore fosse morta.
Dizia-se ainda que tinham o dom da profecia e dos oráculos. Eram sempre jovens, ou assim eram sempre representadas, e os seus cabelos eram feitos de folhas verdes, os seus olhos límpidos e dourados e as suas vozes harmoniosas.
Talvez por isso o sedutor e belo Apolo as cortejasse constantemente.
Na série, elas aparecem como esqueletos, cujos ossos são a única coisa capaz de matar uma bacante e o próprio deus Bacco.



por Math Pitbull

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